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Quem pode ficar de fora do São João da Bahia por super cachês

 

Artistas que cobram cachês acima de R$ 700 mil podem ficar de fora do São João da Bahia. O limite consta em uma campanha lançada pela União dos Municípios da Bahia (UPB), com o objetivo preservar as festas sem comprometer a saúde financeira das cidades. De acordo com o Ministério Público da Bahia (MP-BA), apenas 1% dos contratos firmados em 2025 ultrapassou esse valor.

O Painel da Transparência dos Festejos Juninos, do MP-BA, traz os valores pagos aos artistas que se apresentaram em cidades baianas no ano passado. Conforme a plataforma, ao menos 11 artistas cobraram cachês acima de R$ 700 mil no São João. Entre eles está o cantor Wesley Safadão, que cobrou R$ 1,1 milhão em cada uma das quatro cidades que se apresentou: Cruz das Almas, Jequié, Oliveira dos Brejinhos e Bom Jesus da Lapa. .

O segundo maior cachê pago na Bahia foi o da dupla Jorge e Mateus. Os sertanejos se apresentaram em Conceição do Jacuípe e Santo Antônio de Jesus, por R$ 900 mil cada. Se as prefeituras seguirem a recomendação de limitar os cachês de R$ 700 mil, é possível que os artistas não se apresentem em cidades baianas. Veja abaixo todos os shows que podem ser cortados em 2026.

Em entrevista nesta semana, o presidente da Câmara de Cruz das Almas, Euricles Neto, confirmou que artistas com cachê acima do teto recomendado não serão contratados para o São João da cidade. “A proposta é criar parâmetros mais equilibrados, levando em conta a realidade financeira de cada município”, disse. Ele citou ainda que uma banda que cobrou R$ 290 mil para se apresentar no município, no ano passado, estaria cobrando R$ 600 neste ano.

Leia matéria completa no Correio (Aqui)


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