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Professores da rede municipal de Salvador mantêm greve apesar de decisão judicial

 

A APLB-Sindicato reforçou, na noite de quarta-feira (7), a continuidade da greve dos professores da rede municipal de Salvador e informou que ainda não foi notificada oficialmente sobre a decisão judicial que considera o movimento ilegal. O movimento reivindica o pagamento do piso salarial da categoria.

“Seguimos todos os trâmites legais para a deflagração da greve. Até o momento, não recebemos nenhuma notificação oficial que declare a ilegalidade do movimento. Sabemos que essa é uma tática antiga para tentar desmobilizar a categoria — mas não vamos recuar”, afirma nota publicada pelo sindicato no Instagram.

Os profissionais vão se reunir na manhã desta quinta-feira (8), em frente à Secretaria Municipal da Educação (Smed).  A direção do sindicato já recorreu ao Ministério Público da Bahia para tentar uma mediação que garanta avanços na negociação com a gestão municipal.

Vereadores denunciam descumprimento de lei sobre piso salarial dos professores: 'o que era piso virou teto'

Além do piso salarial, a categoria cobra melhores condições de trabalho, como climatização das salas de aula, fornecimento de materiais pedagógicos e valorização profissional.

Greve ilegal

O juiz Adriano Augusto Gomes Borges, da Seção Cível de Direito Público do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), atendeu a um pedido da Prefeitura de Salvador e determinou a suspensão imediata da greve, em decisão liminar.

A decisão estabelece prazo de 24 horas para o retorno às atividades. Em caso de descumprimento, o sindicato poderá ser multado em R$ 15 mil por dia.

A greve geral por tempo indeterminado foi aprovada na terça-feira (6), por unanimidade, em assembleia da categoria. Segundo a APLB, a proposta apresentada pela prefeitura no dia 29 de abril prevê um reajuste linear de 4%, dividido em duas parcelas: 2% em maio e 2% em outubro. *FB

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