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Série B: Bahia empata em casa e torcida chama Doriva de burro; veja os melhores momentos


Não houve vencedor no tradicional clássico nordestino entre Bahia e Náutico, nesta noite, na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA). Num jogo bem disputado pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro da Série B houve empate sem gols, num placar justo pela falta de eficiência nas finalizações dos baianos e pela aplicação dos pernambucanos. O Bahia que vinha de derrota para o Vasco, por 4 a 3, fica com oito pontos, um a mais do que o Náutico que tinha goleado o Sampaio Corrêa, por 5 a 0.

ESTRATÉGIAS DIFERENTES

Cada técnico soube escalar seu time da melhor maneira com o que tinha à disposição. O Bahia, de Doriva, com meias de qualidade como Juninho e Renato Cajá, além de bons atacantes, entrou armado no 4-3-3, bastante agressivo. O Náutico, de Alexandre Gallo, ao contrário, congestionou o meio campo e só deixou um jogador na frente: Rafael Coelho. Famosa estratégia de “jogar por uma bola”.

Quase que o visitante se deu bem. Aos 11 minutos, Rony foi lançado por Maylson nas costas da defesa, invadiu a grande área e bateu para fora. Mas o Náutico sofreu lá atrás, principalmente com os chutes fortes de Juninho e com Renato Cajá que chutou na trave aos 36 minutos após invadir a área e driblar Júlio César. Foram oito finalizações dos baianos.

MAIS NA FRENTE

No segundo tempo, o Bahia voltou ainda mais ofensivo com o meia Danilo Pires entrando no lugar do volante Feijão. O Náutico colocou Taiberson na vaga de Jefferson Nem, outra arma para os contra-ataques. O time da casa continuou melhor, mas insistindo com passes longos e ligações diretas, influindo diretamente nas conclusões a curta distância.

Aos 15 minutos, ainda sem ritmo de jogo, Cajá saiu para a entrada do atacante Zé Roberto. É o Bahia mais ofensivo. E Renan Oliveira entrou na vaga de Bergson e soltou uma bomba logo no seu primeiro chute, que quase surpreendeu o goleiro Marcelo Lomba. As mudanças de Doriva deixaram o time muito vulnerável e a torcida perdeu a paciência aos 21 minutos, após duas chances perdidas pelo Náutico e chamaram o treinador de burro.

Doriva queimou sua terceira troca com Henrique no lugar de Edgar Junior, numa troca do ataque. Com isso, não reequilibrou as ações do meio campo. O Náutico, porém, não abriu Mao de sua estratégia e só se arriscou “na boa”. A grande chance do Bahia aconteceu aos 34 minutos, quando Juninho cobrou falta e a bola explodiu no travessão. No rebote, Luisinho cabeceou para fora.

JOGOS NA SEXTA-FEIRA

Na próxima sexta-feira (3) à noite os dois times já voltam a campo. O Bahia, de novo em casa, recebe o Paysandu, às 19h15. Mais tarde, a partir das 21h30, o Náutico pega o Joinville na Arena Pernambuco.

Confira a classificação

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Veja os melhores momentos

                      

  Por Redação AEC | Fonte: Agência Futebol Interior

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