Após acordar em sua cama de hospital, Ella Clarke esperava ter sua nova filha nos braços, mas, em vez disso, viu os médicos ao seu redor para darem uma notícia ruim: após a cesariana, foi necessário cortar as duas pernas dela. O caso ocorreu nos Estados Unidos.
Ella passou cinco dias em coma induzido e teve ambas as pernas amputadas como forma de salvar sua vida após o sangue ter coagulado nos membros inferiores. “Eu não conseguia parar de chorar. Nenhum ser humano deveria passar isso. E é algo poderia ter sido evitado”, disse às agências locais.
A americana, que tem seis filhos, vai processar o hospital. Após a cesariana, Ella precisou passar por cinco transfusões de sangue, foi colocada em coma induzido e transferida para a UTI.
Ela precisava ser monitorada de hora em hora pelas próximas 24 horas, pois estaria propensa a coagulação. Mas os médicos supostamente esqueceram de verificar por seis horas e, a partir deste ponto, o sangue de Ella havia coagulado e a circulação tinha parado nas penas, o que levou às amputações.
Por Redação GN | Fonte: New Notice


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