O pai e a madrasta da menina Micaela, 4 anos, foram presos em flagrante nesta terça-feira (19) por homicídio e fraude processual. Os dois são acusados pela morte da criança, encontrada sem vida no sofá de casa, em um condomínio em Brás de Pina, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Felipe Ramos da Silva, 29, e Joelma Souza da Silva, 43, vão responder pelo caso.
Segundo o delegado André Leiras, da Divisão de Homicídios (DH), o casal tentou alterar a cena do crime lavando o chão do banheiro, onde a polícia acredita que a menina foi morta.
Perícia no local encontrou vestígios de sangue no banheiro e em um quarto do apartamento. Há sinais de Micaela era constantemente espancada. A causa da morte ainda deve ser definida. "O exame de necrópsia encontrou lesões antigas na vítima, o que indica que ela vinha sendo agredida sistematicamente. A menina também tinha sinais de desnutrição. A causa exata da morte ainda depende de exames complementares", afirmou o delegado ao Extra.
O pai negou o crime na delegacia e acusou a mulher pela morte da criança. Mas mesmo que ele não tenha participado diretamente, deve responder, segundo o delegado. "Por ser pai, perante a lei, ele é considerado um agente garantidor da menina. Ele também responde pelo resultado, ou seja pelo homicídio", explica Leiras. A madrasta também negou o crime.
O corpo da menina foi achado pelo filho de Joelma, um rapaz de 25 anos que chamou a Polícia Militar. Joelma já tem passagem policial por lesão corporal.
Vizinhos da família, revoltados com a morte da menina, tentaram agredir o casal, mas foram contidos pela Polícia Militar.
Por Redação GN | Fonte: Correio 24h
Segundo o delegado André Leiras, da Divisão de Homicídios (DH), o casal tentou alterar a cena do crime lavando o chão do banheiro, onde a polícia acredita que a menina foi morta.
Perícia no local encontrou vestígios de sangue no banheiro e em um quarto do apartamento. Há sinais de Micaela era constantemente espancada. A causa da morte ainda deve ser definida. "O exame de necrópsia encontrou lesões antigas na vítima, o que indica que ela vinha sendo agredida sistematicamente. A menina também tinha sinais de desnutrição. A causa exata da morte ainda depende de exames complementares", afirmou o delegado ao Extra.
O pai negou o crime na delegacia e acusou a mulher pela morte da criança. Mas mesmo que ele não tenha participado diretamente, deve responder, segundo o delegado. "Por ser pai, perante a lei, ele é considerado um agente garantidor da menina. Ele também responde pelo resultado, ou seja pelo homicídio", explica Leiras. A madrasta também negou o crime.
O corpo da menina foi achado pelo filho de Joelma, um rapaz de 25 anos que chamou a Polícia Militar. Joelma já tem passagem policial por lesão corporal.
Vizinhos da família, revoltados com a morte da menina, tentaram agredir o casal, mas foram contidos pela Polícia Militar.
Por Redação GN | Fonte: Correio 24h



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