Há dois anos no futebol profissional, Gabi Nunes ainda está se acostumando a conceder entrevistas, parte da rotina dos atletas de ponta. “Antes eu não gostava muito, não. Eu sou muito tímida, mas estou me soltando”, diz com o tom de voz baixo e a fala rápida. Apesar de enfrentar algum desconforto, a jovem de 18 anos vê o interesse dos jornalistas como um resultado natural do trabalho que vem fazendo. “Ultimamente, graças a Deus, estão começando a surgir as coisas.”
No Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino de 2015, Gabi encerrou a temporada como artilheira da competição. Foram 14 gols em 12 jogos. Ajudou a garantir, com seis gols, a goleada do Adeco sobre o Duque de Caxias de 13 a 0. Desde o início de 2016, veste a camisa do Corinthians, com a qual pretende conquistar os primeiros títulos profissionais. Nos dois anos em que disputou o Brasileirão pela Adeco, chegou às semifinais.
A transferência do Adeco para o Corinthians é o capítulo mais recente de uma história que começou em família. Com apenas 7 anos, ela foi treinar no Grêmio Filsan, time amador de futebol de salão da zona norte paulistana, onde a família vive até hoje. “Meu irmão é profissional do futebol [Roberto Júnior, que jogou na Polônia] e eu gostava de vê-lo treinando. Aí, eu me interessei e pedi para o meu pai me levar [para jogar]”, lembra. Leia AQUI
No Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino de 2015, Gabi encerrou a temporada como artilheira da competição. Foram 14 gols em 12 jogos. Ajudou a garantir, com seis gols, a goleada do Adeco sobre o Duque de Caxias de 13 a 0. Desde o início de 2016, veste a camisa do Corinthians, com a qual pretende conquistar os primeiros títulos profissionais. Nos dois anos em que disputou o Brasileirão pela Adeco, chegou às semifinais.
A transferência do Adeco para o Corinthians é o capítulo mais recente de uma história que começou em família. Com apenas 7 anos, ela foi treinar no Grêmio Filsan, time amador de futebol de salão da zona norte paulistana, onde a família vive até hoje. “Meu irmão é profissional do futebol [Roberto Júnior, que jogou na Polônia] e eu gostava de vê-lo treinando. Aí, eu me interessei e pedi para o meu pai me levar [para jogar]”, lembra. Leia AQUI
Por Redação GN | Fonte: Agência Brasil

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