O Estado Islâmico (EI) usou seis meninos, que aparentam ter 8 anos ou menos, para matar seis prisioneiros nas ruínas de um castelo na Síria. Segundo o portal de notícias britânico The Independent, não se sabe ao certo onde fica a construção, mas acredita-se que se trata do Castelo de Qalaat al-Rahba, localizado na região da cidade - já tomada pelo EI - de Mayadin, em Deir Ezzor.
A ação foi filmada e postada na internet como o último vídeo-propaganda do Estado Islâmico.
A gravação, chamada “To the Sons of Jews” (Para os Filhos de Judeus), começa mostrando um menino, em um computador, vendo fotos do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Depois a mesma criança aparece postando o vídeo das execuções no Facebook.
Em outro momento da gravação, meninos aparecem, em uma esteira utilizada para fazer orações, sendo doutrinados por um jihadista armado e sendo treinados com armas no deserto sírio.
Depois uma filmagem em alta definição mostra os prisioneiros em ângulos diferentes. Ao mesmo tempo, os meninos aparecem procurando pelos reféns.
Cinco reféns são mortos levando tiros, mas um é decapitado por um menino que aparenta ser o mais novo de todos.
O pesquisador-sênior da universidade norte-americana Georgia State e especialista em terrorismo Charlie Winter disse ao Independent que o vídeo não o surpreende. “Eles [membros do Estado Islâmico] estão perpetuamente explorando novos limites de depravação em seus esforços para chocar”, afirmou.
O Estado Islâmico já usou crianças para matar reféns em outros vídeos-propagandas e frequentemente as mostra treinando em campos de seus territórios, o que causa alarde internacional.
Execuções já registradas
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos registrou uma série de execuções no castelo em 26 de novembro, no entanto, a organização não sabe se alguma morte já contabilizada aparece no vídeo.
Os ativistas reportaram que, na época, veículos do Estado Islâmico foram vistos nas ruínas e ao menos cinco corpos foram enterrados em uma cova com rostos “distorcidos com ácido”.
A ação foi filmada e postada na internet como o último vídeo-propaganda do Estado Islâmico.
A gravação, chamada “To the Sons of Jews” (Para os Filhos de Judeus), começa mostrando um menino, em um computador, vendo fotos do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Depois a mesma criança aparece postando o vídeo das execuções no Facebook.
Em outro momento da gravação, meninos aparecem, em uma esteira utilizada para fazer orações, sendo doutrinados por um jihadista armado e sendo treinados com armas no deserto sírio.
Depois uma filmagem em alta definição mostra os prisioneiros em ângulos diferentes. Ao mesmo tempo, os meninos aparecem procurando pelos reféns.
Cinco reféns são mortos levando tiros, mas um é decapitado por um menino que aparenta ser o mais novo de todos.
O pesquisador-sênior da universidade norte-americana Georgia State e especialista em terrorismo Charlie Winter disse ao Independent que o vídeo não o surpreende. “Eles [membros do Estado Islâmico] estão perpetuamente explorando novos limites de depravação em seus esforços para chocar”, afirmou.
O Estado Islâmico já usou crianças para matar reféns em outros vídeos-propagandas e frequentemente as mostra treinando em campos de seus territórios, o que causa alarde internacional.
Execuções já registradas
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos registrou uma série de execuções no castelo em 26 de novembro, no entanto, a organização não sabe se alguma morte já contabilizada aparece no vídeo.
Os ativistas reportaram que, na época, veículos do Estado Islâmico foram vistos nas ruínas e ao menos cinco corpos foram enterrados em uma cova com rostos “distorcidos com ácido”.
Por Redação GN | Fonte: Band.com


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