A Samarco afirmou que não pretende reconstruir a Barragem de Fundão, no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG), que ruiu em 5 de novembro, deixando pelo menos 17 mortos. A lama de rejeitos de minério de ferro que vazou da represa destruiu o distrito, poluiu o Rio Doce e chegou ao mar no Espírito Santo. Duas pessoas ainda estão desaparecidas.
A informação foi antecipada pelo presidente da Samarco, Ricardo Vescovi, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo. A barragem será investigada em inquérito pelo Ministério Público Estadual, segundo o coordenador da Promotoria de Meio Ambiente, Carlos Eduardo Pinto.
A barragem recebia rejeito de minério de ferro também da Mina de Alegria, da Vale - dona da Samarco juntamente com a mineradora anglo-australiana BHP Billiton. Em nota, a Samarco afirmou "que as investigações sobre o acidente estão sendo realizadas pelos órgãos competentes e está colaborando ativamente neste processo". Leia AQUI
A informação foi antecipada pelo presidente da Samarco, Ricardo Vescovi, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo. A barragem será investigada em inquérito pelo Ministério Público Estadual, segundo o coordenador da Promotoria de Meio Ambiente, Carlos Eduardo Pinto.
A barragem recebia rejeito de minério de ferro também da Mina de Alegria, da Vale - dona da Samarco juntamente com a mineradora anglo-australiana BHP Billiton. Em nota, a Samarco afirmou "que as investigações sobre o acidente estão sendo realizadas pelos órgãos competentes e está colaborando ativamente neste processo". Leia AQUI
Por Redação GN | Fonte: Exame

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