Segundo a presidente da Associação de Baianas do Acarajé (Abam), Rita Santos, a Vigilância Sanitária determinará a retirada da salada – vinagrete que acompanhava os bolinhos fritos. “O prefeito assinando o decreto hoje, a vigilância sanitária anuncia amanhã que não vai ter mais salada no tabuleiro”, anunciou Rita.
A presidente da Abam explicou, ainda, que as baianas interessadas em trabalhar na capital terão que ser aceitas pelo Conselho da Comunidade Negra e falou sobre o projeto em tramitação que prevê a transformação do ofício em profissão. “Vocês baianas é que tem que fiscalizar. Senão não anda”, frisou.
Durante o evento, a secretária de Ordem Pública, Rosemma Maluf, explicou ainda novas mudanças com o decreto. Nesta terça (1º), houve a categorização dos trabalhadores a partir do tamanho do espaço ocupado, além do detalhamento de quem são as baianas e quem apenas vende o produto.
“Baianas estão sofrendo uma concorrência desleal de pequenos empresários que tem fabricos expressivos e que distribuem na cidade como se fossem franquias de acarajé. E o que nós queremos é distinguir. Se nós queremos preservar, temos que caracterizar a baiana. É diferente de vender um bolinho frito”, concluiu.
Por Redação GN | Fonte: Jornal Forte no Recôncavo


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