Um boletim do Ministério da Saúde aponta 722 notificações de suspeita da febre Chikungunya em dez cidades da Bahia. O Estado representa 41% dos casos confirmados em todo o país. A doença é transmitida por mosquitos do gênero Aedes, da mesma família do transmissor da dengue, e provoca dores musculares e nas articulações. Em Feira de Santana (BA), o número de casos confirmados de febre Chikungunya cresceu absurdamente em apenas uma semana, passando de 14 para 33. O município já contabiliza outras 562 suspeitas da febre. O Ministro a Saúde, Arthur Chioro, afirmou em entrevista coletiva, em Salvador, nesta quinta (02/09), que conceitualmente os 33 casos confirmados já retratam uma epidemia.
“A gente vai poder ter uma dimensão exata de como o chikungunya vai se comportar no nosso país, infelizmente, só a partir do próximo ano, quando a gente tiver um ano para comparar. É prematuro”, declarou. Riachão do Jacuípe, segunda maior cidade da Bahia, também concentra boa parte das suspeitas, com 606 das notificações ou 83,93%. Em Salvador, o número de casos suspeitos é menor, 10, mas ainda assim preocupante. Outras cidades como Ilhéus, Itabuna, Juazeiro e Lauro de Freitas registraram uma notificação de suspeita da febre. Para combater o novo vírus, a Secretaria Municipal da Saúde intensificou as ações para impedir a proliferação dos mosquitos transmissores da doença, Aedes aegypti e Aedes albopictus, com visitas domiciliares e ações educativas.
“A gente vai poder ter uma dimensão exata de como o chikungunya vai se comportar no nosso país, infelizmente, só a partir do próximo ano, quando a gente tiver um ano para comparar. É prematuro”, declarou. Riachão do Jacuípe, segunda maior cidade da Bahia, também concentra boa parte das suspeitas, com 606 das notificações ou 83,93%. Em Salvador, o número de casos suspeitos é menor, 10, mas ainda assim preocupante. Outras cidades como Ilhéus, Itabuna, Juazeiro e Lauro de Freitas registraram uma notificação de suspeita da febre. Para combater o novo vírus, a Secretaria Municipal da Saúde intensificou as ações para impedir a proliferação dos mosquitos transmissores da doença, Aedes aegypti e Aedes albopictus, com visitas domiciliares e ações educativas.

