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| Foto: Reprodução |
“Nosso objetivo é passar cada detalhe para o deficiente visual e fazer com que ele possa entender que o Neymar, além de ser o craque que todo mundo sabe que é, entra em campo com a gola da camisa levantada. Um detalhe que para a gente é bobo, porque está acostumado a ver isso em campo. Agora, para o cara que não sabe, que não tem nem a noção do que são esses detalhes, é superimportante”, conta o narrador Eduardo Butterscofano. Anderson Fonseca, que acompanhou a partida entre Equador e França no Maracanã e é cego devido a uma doença que teve quando criança, não ouviu nenhum gol, mas aprovou a locução. “É uma narração mais lenta, porém com mais riqueza em detalhes, de como aconteceram as coisas, de como foi a falta. Passam a expressão dos jogadores do técnico, tudo do entorno eles falam”, relatou. Fonte: BN

