![]() |
| Fórum Ministro João Mendes |
Bira assassinou a golpes de faca, sua ex-companheira Zilda dos Santos Silva, em 1º de maio de 2005, após uma discussão por causa de pensão alimentícia. De acordo com relatos, Bira havia repassado apenas R$ 90 reais dos R$ 100 reais exigidos, na época, por Lei. Zilda cobrou os R$ 10 reais que faltava da pensão, houve uma discussão e minutos depois foi assassinada pelo acusado no caminho de casa.
Ubirajara foi preso e cumpriu 4 anos de reclusão, sendo solto após esse período mediante intervenção judicial. Seu pai, acusado como coautor do crime, foi preso, mas solto também mediante uma intervenção judicial, onde alegava que o mesmo não poderia ser mantido preso, pois sofria com problemas de saúde.
Porque estão sendo julgados novamente? No primeiro julgamento, ambos foram inocentados. Os advogados de acusação entenderam que houve falhas no julgamento, a família da vítima recorreu à decisão, a promotoria acatou e anulou o julgamento. A juíza que presidiu o júri, foi Patrícia Sobral Lopes. O promotor de Justiça Aldo da Silva Rodrigues e os advogados Misael Ferreira de Cerqueira, Dílson Lopes e Benedito Carlos da Silva também atuaram na sessão.
No julgamento desta terça-feira, presidido pela juíza Eli Cristiane Esperon Miranda, informações dão conta que, mesmo sendo condenados, ambos permanecerão em liberdade, tendo apenas a obrigação de cumprir as medidas exigidas pelo tribunal, exceto pena atrás das grades. Fonte: São Gonçalo Agora

